segunda-feira, 21 de julho de 2014

MISTÉRIO EM CASA NO INTERIOR DO RS




Na casa residiam uma familia com três filhos, um menino de oito anos e duas meninas, de 11 e 15 anos e o fenômeno mais comum informado por testemunhas foi chamado de  "chuva de pedras". Elas caiam dentro da casa mesmo com as portas e janelas fechadas. Além disso, móveis e objetos "andavam" e batidas eram dadas nas paredes.

"Jogavam pedras na casa, como uma chuva. A gente chamava a polícia. Ela vinha, olhava por tudo e não enxergava nada. A casa toda fechada e enchia de pedra dentro. Depois que acalmou um pouco as pedras, começou a virar os roupeiros", relata o casal que prefere não ser identificado.


Detalhes das pedras que caem sobre a casa
Pedra sobre o telhado de brasilite da casa, que não furavam, apesar da fragilidade.


Vizinho da Familia
A família foi amparada por vizinhos que chegaram a levar a família para outros locais, como um colégio. No entanto, os acontecimentos teriam voltado a ocorrer. "Todo mundo está com receio. Deu para ver vários fenômenos, como pedras aparecendo sem ninguém jogar e objetos dentro de casa se movendo sem ninguém tocar. Utensílios domésticos saíram de um lugar para o outro. A gente procurou socorrer a família de várias maneiras, levando para um colégio aqui perto. O fenômeno acabou acontecendo lá também", explica o agricultor Valdir Antônio Marquioro, que vive perto da casa onde ocorriam os episódios.

Sabendo do caso, um produtor de vídeos visitou a casa e filmou o fenômeno. Uma pedra caiu dentro da casa com tudo fechado enquanto ele filmava. Vendo a angustia da família, o produtor chamou um médium para exorcizar a filha mais velha, de 15 anos, que começou a apresentar um comportamento estranho. O exorcismo foi filmado e a menina diz que é o demônio quando questionada pelo médium.

"Um dia, o espírito levou ela para cima da casa, jogou ela para baixo e quebrou a telha", relata a mãe.

O médium Nelson Júnior Paz exorcizou a garota

O exorcismo não deu certo e os fenômenos não pararam na casa. Então eles tomaram uma medida drástica: destruíram completamente a casa!
O que provavelmente infelizmente  não vai resolver os problemas. Segundo estudiosos esses casos são causados pela adolescente, no caso a filha mais velha, de 15 anos, o espírito se utiliza de compostos físicos das meninas adolescente, principalmente no período de fertilidade, onde segundo estudiosos adolescentes do sexo feminino ficam mais predispostas a possessão.



A casa onde os fenômenos ocorriam na zona rural de Caiçara-RS.
Pesquisadores do paranormal começaram a perceber algumas coisas estranhas em relação à esse tipo de atividade:

A. Embora a atividade fosse intensa e parecesse que uma entidade estivesse causando tudo, essa "entidade" nunca era vista;
B. Diferente da assombração tradicional, o fenômeno era sempre temporário, durando apenas alguns dias ou poucos meses;
C. O Fenômeno parecia centrar-se em um indivíduo específico, chamado de "agente";
D. Na maioria dos casos, o "agente" era uma garota adolescente.

Como a Ana descreveu em sua matéria sobre Poltergeist, garotas passam por mudanças hormonais extremas durante a adolescência e por isso gastam muita energia emocional. Toda essa turbulência física e emocional parece facilitar um outro fenômeno psíquico: a telecinese (capacidade de controlar diretamente o ambiente com o pensamento), que pode ser uma capacidade humana reprimida. Sendo assim, essas adolescentes estariam lançando, inconscientemente, rajadas de energia telecinética no ambiente, liberando suas frustrações, medos e anseios contidos. Elas mesmas podem nem perceber que estão causando isso tudo, e passado o período dessas mudanças hormonais, tudo voltaria ao normal. Outra possibilidade seria que uma certa entidade "usasse" dessa energia em excesso da garota para gerar tais fenômenos, e quando essa energia acabava (passava o pico hormonal), a entidade ficaria igualmente sem força e a atividade cessaria.

sábado, 19 de julho de 2014

Os Canibais de Pernambuco

Os suspeitos de cometer o crime, formam um triângulo amoroso composto por um homem (Jorge Beltrão Negromonte da Silveira) de 51 anos, uma mulher (Isabel Cristina da Silva) de 52 anos, que seriam casados, e uma jovem (Bruna Cristina Oliveira da Silva) de 25 anos, amante do homem. Em depoimento à Polícia Civil, eles disseram que usavam carne humana para produzir salgados, que eram vendidos à população e servidos como refeição, inclusive para a criança (de 5 anos, encontrada na residência). Os suspeitos ainda confessaram guardar parte dos corpos das vítimas na geladeira.
Isabel, uma das suspeitas, revela que eles comeram 10 kg de carne humana entre três e cinco dias. “Bruna faz dieta, mas quando ela come carne come mesmo. Agora, eu já gosto mais de arroz e não como muita carne. Essa carne só durou pouco por causa da Bruna e da menina porque elas gostam muito de carne. A menina não sabia, ela pensava que era carne comum”. “Eu não comi muito a carne porque não sou de comer muito. Eu comi o fígado e alguns pedaços do corpo, mas não comi o coração”, diz Izabel.


De acordo com a polícia, os suspeitos falaram que faziam parte de uma seita, que pregava a purificação do mundo e a diminuição populacional. A meta seria matar três mulheres por ano.
O homem suspeito de comandar o trio nos assassinatos fez um livro, ilustrado e registrado em cartório, onde conta detalhes dos crimes e da vida dele. Nas páginas, há informações de que ele era formado em Educação Física e faixa preta em caratê. No livro, a amante de Jorge, Bruna, aparece com o nome de Jéssica, porque usava a identidade de uma vítima. “Ao olhar para o corpo já sem vida da adolescente do mal, sinto um alívio. Pego uma lâmina e começo a retirar toda a sua pele, e logo depois a divido. Eu, Bel e Jéssica nos alimentamos com a carne do mal, como se fosse um ritual de purificação, e o resto eu enterro no nosso quintal”, diz um trecho do livro.
Em entrevista à TV Jornal, de Pernambuco, Jorge admitiu ter matado as três vítimas, mas se recusou a chamar a atitude de assassinato. “Eu digo que foi missão porque nenhuma folha cai sem a permissão do grande Deus. Todas essas pessoas estão purificadas. Todas estão com Deus e purificadas”, disse Jorge, atrás das grades. Ele disse à TV que as vítimas eram escolhidas por dois seres que ele chamou de arcanjo e querubim. “Nessas duas últimas missões, quem me ajudou foram as duas pessoas, duas crianças ainda, um branco e um negro, que desde cedo estão na minha vida e que passam todas essas informações para mim”.
Jorge afirmou não ter religião e disse que comia a carne das vítimas para completar o ritual de purificação.


De acordo com ele, sua mulher, Isabel era quem atraía as vítimas. “Ela começava a mostrar filmes bons. No momento, a pessoa ia melhorando. Depois que conversava, a gente via que a hora tava certa pelas quantidades de palavras boas e palavras ruins que ela falava”. O suspeito de matar as mulheres disse não recordar o que usava para esquartejá-las, mas afirmou que não havia tortura. “Ela [a vítima], antes [de ser morta], chorava e falava alguma coisa, e eu dizia: seus pecados estão perdoados”.
A polícia começou a desvendar o crime quando encontrou os restos mortais das mulheres na residência deles. Um dos dois corpos seria de uma mulher desaparecida desde fevereiro; o outro, de uma mulher de 20 anos, que sumiu no dia 15 de março. Depois de as famílias das vítimas prestarem queixa, a polícia localizou o trio quando uma fatura de cartão crédito chegou à casa de uma das vítimas. Imagens das câmeras de segurança de lojas onde as compras foram efetivadas mostravam os suspeitos.
As vítimas também teriam sido vistas perto da casa dos investigados antes de desaparecerem. A polícia conseguiu mandados de prisão e de busca e apreensão e, ao ser abordada, uma das mulheres teria assumido os crimes e revelado o local onde os cadáveres estavam enterradas. Segundo a polícia, a menina de cinco anos que morava com o trio testemunhou os crimes cometidos na casa. Em depoimento, ela contou que o pai teria cortado o pescoço das vítimas.
(Fontes: G1.com e Folha.com)