sábado, 14 de maio de 2011

Combustão Humana


A combustão humana espontânea (CHE) é um fenómeno no qual o corpo de uma pessoa entra em combustão, não provocada por uma fonte externa de ignição.
Embora o fenómeno não seja compreendido cientificamente, alguns estudiosos sugerem como causa uma reacção química do corpo. Modernamente, as duas explicações mais comuns para o fenómeno são o chamado "efeito pavio", é um tipo raro de descarga eléctrica estática.

História

O primeiro relato conhecido de um caso de CHE é de autoria do anatomista dinamarquês Thomas Bartholin que, em 1663, descreveu como uma mulher, em Paris, "foi reduzida a cinzas e fumaça" sem que o colchão de palha em que dormia, fosse danificado pelo fogo.
No segundo quartel do século XIX, M. J. Fontelle reviu alguns casos perante a Academia Francesa de Ciências (1833), tendo observado que as vítimas tendiam a ser mulheres idosas que consumiam bebidas alcoólicas e que os danos do fogo não se estendiam aos materiais inflamáveis como álcool ou querosene próximos ou mesmo no corpo delas.

Características

Os casos de CHE narrados desde então apresentam algumas características em comum:
• A vítima é quase completamente consumida pelas chamas, geralmente no interior da própria residência;
• Os primeiros a encontrar os corpos carbonizados relatam ter percebido o cheiro de uma fumaça adocicada nos locais onde o fenómeno ocorrera;
• Os corpos carbonizados apresentam as extremidades (mãos, pés e/ou parte das pernas) intactas, mesmo que o dorso e a cabeça estivessem irreconhecíveis;
• O lugar onde o corpo é encontrado mostra pouco ou nenhum sinal de fogo, salvo algum resíduo na mobília ou nas paredes.

Em casos raros:

• Os órgãos internos da vítima permaneciam intactos, enquanto a parte externa era carbonizada;
• Alguns sobreviventes desenvolveram queimaduras estranhas no corpo, sem razão aparente para tal ou emanaram fumaça sem que existisse fogo por perto.

Casos específicos

Em 1966 o corpo do Dr. J. Irving Bentley que tinha 92 anos, foi encontrado ao lado de um medidor de energia, apenas parte da sua perna e um pé com chinelo restaram, o resto do seu corpo era apenas cinzas. Uma das probabilidades de acontecer isso seria um buraco que havia na pia do banheiro, mas o resto da casa estava intacta, não foi encontrada nenhum indicio de faísca ou fogo naquele dia na casa.
Ainda é difícil para a ciência dizer certamente por que isso acontece, mas existe algumas teorias, uma delas defende que o corpo para entrar nesse estado precisa de alta intensidade de calor e alguma substância inflamável. Charles Dickens diz que o fogo é iniciado quando o metano acumulado nos intestinos entra em ignição estimulado por enzimas. Outra teoria de Larry Arnold, sugere que o fenómeno resulta de uma nova partícula sob atómica chamada 'pyroton' que, segundo ele, interage com as células para criar uma micro-explosão. Mas não existe nenhuma evidência científica provando a existência de tal partícula? O que a diz a ciência Se a combustão humana não é real, o que de fato ocorreu com os corpos carbonizados de tantas fotos? Uma das possíveis explicações é o efeito pavio.
Na noite de 12 de Maio de 1977, Ginette Kazmierczak, ela estava sozinha no apartamento, porque seu filho estava fora. Cerca de 03:00 da madrugada, o seu vizinho mais próximo foi acordado pois o seu quarto era simplesmente fumaça. Ele sai e vê as pequenas chamas que devoram a parte inferior da porta da Sra. Kazmierczak. Quando os bombeiros chegaram viram cenas chocantes, um show bizarro, somente as pernas e o braço direito estavam intactos, o resto do corpo era apenas cinzas, estima-se que para ter acontecido isso, a temperatura deveria ser de 2000 ºC.